A arte da Dança do Ventre
Soraia Zaied

Bailarina homenageada mês Maio: Soraia Zaied
domingo, 15 de maio de 2011
Bailarina Homenageada Mês de Maio - Soraia Zaied
Soraia Zaied é brasileira, do estado de São Paulo e começou a dançar na Casa de Chá Egípcia Khan El Khalili, tendo como professora a grande mestra Lulu Sabongi. Soraia começou a praticar a arte com o intuito de seguir carreira no Egito, onde reside atualmente, ministra aulas e faz apresentações. Sua didática é originalíssima, fazendo muito sucesso no Egito e nos países onde ministra workshops, tais como: Alemanha, Portugal, Japão, Brasil, entre vários outros.
Ela procura adequar à sua dança os costumes Egípcios, assim, a dança da Soraia Zaied é enriquecida com as experiências vividas no dia-a-dia do Cairo.
O quadril da Soraia é o ponto forte e ela mescla o jeitinho brasileiro com a essência árabe da Dança do Ventre. É muito comum vê-la cantando nas apresentações, por morar há anos no Cairo e ser casada com um Egípcio, o nível do árabe dela é fluente, assim, ela vive mais a música no palco e passa seus sentimentos através das letras da músicas.
terça-feira, 29 de março de 2011
Bellydance Night - Jantar Dançante. Recife, 27 de março de 2011
No dia 27 de março de 2011, Recife teve uma noite inesquecível, recheada de apresentações de Dança do Ventre, onde participaram as alunas do Espaço Zambak, Luciana Zambak, Shirlley Salihah - SP, Ju Marconato -SP, Nefertiti Coutinho, Hannah Costa, Simone Mahayla, dentre várias outras bailarinas.
Vídeo da bailarina Luciana Zambak - PE (Padrão de qualidade Khan el Khalili):
Para quem não pôde estar presente no evento (organizado pela Bailarina e professora Luciana Zambak), disponho aqui uma mostra do espetáculo que aconteceu na noite!
Vídeo da bailarina Shirlley Salihah - SP (Padrão de qualidade Khan El Khalili):
Vídeo da bailarina Ju Marconato - SP (Padrão de qualidade Khan el Khalili):
Vídeo da bailarina Luciana Zambak - PE (Padrão de qualidade Khan el Khalili):
quarta-feira, 23 de março de 2011
Novos vídeos - Mês de Março
Apresentação da bailarina Kahina na Casa de Chá Egípcia em SP - Khan El Khalili
Apresentação da bailarina Ju Marconato na Casa de Chá Egípcia em SP - Khan El Khalili
Apresentação da bailarina Ju Marconato na Casa de Chá Egípcia em SP - Khan El Khalili
As Origens da Dança do Ventre
Para os egípcios antigos, a dança era uma parte essencial de sua cultura. Pessoas de todas as classes sociais eram expostas à música e à dança. Algumas mulheres de haréns ricos eram treinadas em música e dança. No entanto, nenhuma "bem-educada", egípcios considerariam dançando em público, porque isso era privilégio das classes mais baixas. Egípcios ricos mantinham escravos para entreter os seus banquetes, e oferecer diversão agradável para seus proprietários. A mesma idéia é relatada por meio do estudo dos países orientais de hoje: a maior responsabilidade que uma mulher tem, como sendo a chefe de família, é com menos frequencia ela vai dançar, mesmo em privado. Na verdade, ela só poderia dançar naquela época, em algumas ocasiões importantes, como o noivado de um filho ou filha, para fazer o acordo oficial. O Egito é considerado por muitos bailarinos modernos a fonte da dança do ventre.
Na dança egípcia, os pés estavam sempre descalços, passos baseados em movimentos naturais. Os dançarinos estavam familiarizados com uma ampla gama de movimentos: todos os tipos de saltos e piruetas de estilo balé. Eles faziam voltas de 180 graus. As mãos eram geralmente suaves, relaxadas e abertos. Mas houve também movimentos que o punho estava fechado, ou as palmas eram rígidas e geométricas. Irena Lexova descritos os movimentos do corpo da seguinte forma: "os movimentos do tronco podem ser classificadas do ponto de vista técnico, que inclina-se para a frente, reclina-se, inclina-se lateralmente, movimentações de cintura, quadril, ombro e circulação. Dançarinos podem combinar esses movimentos e executá-los, mantendo suas espinhas rígidas ou acompanhá-los, dobrando a espinha para a frente ou para trás. Tendo em conta o modo de execução, pode-se distinguir os movimentos realizados em uma velocidade normal de oscilações e movimentos retardados. " Em outras palavras, as danças egípcias tinham um alcance muito maior do movimento, que permitiu a "dança do ventre" tradicional.
Na dança egípcia, os pés estavam sempre descalços, passos baseados em movimentos naturais. Os dançarinos estavam familiarizados com uma ampla gama de movimentos: todos os tipos de saltos e piruetas de estilo balé. Eles faziam voltas de 180 graus. As mãos eram geralmente suaves, relaxadas e abertos. Mas houve também movimentos que o punho estava fechado, ou as palmas eram rígidas e geométricas. Irena Lexova descritos os movimentos do corpo da seguinte forma: "os movimentos do tronco podem ser classificadas do ponto de vista técnico, que inclina-se para a frente, reclina-se, inclina-se lateralmente, movimentações de cintura, quadril, ombro e circulação. Dançarinos podem combinar esses movimentos e executá-los, mantendo suas espinhas rígidas ou acompanhá-los, dobrando a espinha para a frente ou para trás. Tendo em conta o modo de execução, pode-se distinguir os movimentos realizados em uma velocidade normal de oscilações e movimentos retardados. " Em outras palavras, as danças egípcias tinham um alcance muito maior do movimento, que permitiu a "dança do ventre" tradicional.
quarta-feira, 2 de março de 2011
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Modalidades de Dança
DANÇA DA ESPADA
Provavelmente, a origem da dança tem a ver com a chegada de guerreiros e guardiões das vitórias de guerra, quando as escravas pegavam as espadas e dançavam como uma espécie de troféu aos vencedores, ao som dos snujs. Equilibram-se as espadas na perna, no quadril, na cabeça e no busto.
As músicas são lentas com ritmo como whada wo noz . Temos dois estilos de dança de espada: a folclórica, realizada por homem e a clássica realizada por mulheres. O primeiro estilo é folclórico e possui uma conotação de luta, realizada pelo homem mais velho da aldeia que golpeia a espada em um prato de metal. O segundo estilo, realizado pelas mulheres numa versão mais clássica, teve sua origem nos Estados Unidos, através da famosa bailarina Jamila. Conta-se que um árabe muito rico, em sua visita à Califórnia ficou encantado ao ver sua apresentação e a presenteou com uma espada de ouro. Solicitou que a mesma realizasse uma apresentação a ele envolvendo a espada. Jamila, realizou um número muito bonito que mesclava equilíbrio com a espada e diversos movimentos sinuosos e de suspense. Ela realizou um cambrê apoiando a espada no chão de madeira e ao retornar ela ficou presa à madeira, perante os olhos do público o fato estava planejado em sua dança e foi muito aplaudido.
Desde então, a Dança da Espada tornou-se um sucesso entre as bailarinas americanas invadindo todo o mundo árabe.
DANÇA DO PUNHAL
Hoje em dia o punhal é considerado uma derivação da espada, não tendo um significado padrão. Seu traje é comum e o ritmo mais usado é o Wahd Wo Noss. Porém, a história antiga nos revela que essa dança era uma reverência à deusa Selkis, a Rainha dos Escorpiões e representava a morte, a transformação e o sexo.
Na Arábia e no Marrocos é tradição. Esta dança era usada nos bordéis da Turquia e há quem fale que quando a bailarina dança com a lâmina para dentro quer dizer que ela está acompanhada e quando dança com a lâmina para fora, quer dizer que "está livre".Hoje em dia o punhal é considerado uma derivação da espada, não tendo um significado padrão. Seu traje é comum e o ritmo mais usado é o Wahd Wo Noss. Porém, a história antiga nos revela que essa dança era uma reverência à deusa Selkis, a Rainha dos Escorpiões e representava a morte, a transformação e o sexo.
Existem crenças a respeito dos significados de cada gesto que a bailarina faz com o punhal durante sua dança. Vejamos alguns deles:
Colocá-lo na testa na horizontal significa magia; colocá-lo na testa com a ponta para baixo, significa morte; dentro do sutiã significa sexo; entre as mãos significa boas vindas, alegria; colocá-lo entre os dentes significa sedução. Rodar com ele na testa, significa destreza, habilidade; deitá-lo sobre os seios, quer dizer que está apaixonada; pagá-lo com a ponta dos dedos e rodá-lo é o sucesso da bailarina. Passá-lo pelo corpo, significa querer seduzir alguém e dançar batendo-o na bainha quer dizer que está chamando.
Sabe-se que era na verdade uma arma para defesa em situações que colocassem em risco a vida. Por isso, ficou bastante associada aos ciganos e às mulheres que dançavam na rua em troca de dinheiro.
As músicas são umas das mais fortes da dança do ventre. As turcas são ideais.
CASTIÇAL OU CANDELABRO
Raks Al Shamadan. Este tipo de dança existe a muitos anos e fazia parte das celebrações de casamento e nascimento de crianças. É tradicionalmente apresentada na maioria dos casamentos egípcios, onde a bailarina conduz o cortejo do casamento levando um candelabro, específico para a dança, na cabeça. Desta maneira, ela procura iluminar o caminho do casal de noivos, como uma forma de trazer felicidade para eles.
É de costume que a roupa seja toda preta ou toda branca, mas não há problema nenhum em dançar com roupas de outras cores também. O ideal é que a roupa seja composta e adequada para este tipo de dança que é considerada sagrada, por celebrar casamentos e nascimentos de crianças.
As velas, na maioria das vezes, são brancas, porém há quem goste de velas coloridas e acreditam em seus significados. Vermelho é o amor passional, sexo e fecundidade. Lilás é transmutação, amarelo é saúde, verde é dinheiro, branco é pureza, azul é carinho e rosa é afeto.
Muitas bailarinas gostam de dançar com véu por baixo do candelabro ou preso na roupa; este combina sempre com a cor das velas. Outras gostam de dançar com o chadô, dando um certo mistério à sua dança.
TAÇAS
Sendo uma derivação da dança do candelabro, a bailarina dança com duas tacinhas, uma em cada mão, que contém uma velinha em cada uma. Ela exterioriza sua deusa interior, fazendo do seu corpo um veículo sagrado e ofertado, utilizando o fogo das velas que representam a vida.
Sendo uma derivação da dança do candelabro, a bailarina dança com duas tacinhas, uma em cada mão, que contém uma velinha em cada uma. Ela exterioriza sua deusa interior, fazendo do seu corpo um veículo sagrado e ofertado, utilizando o fogo das velas que representam a vida.
VÉU OU LENÇO
Não se sabe ao certo como surgiu a dança com véu. Dizem que ela tem suas raízes na dança dos sete véus. O véu atualmente é um dos símbolos mais comuns da dança do ventre e são muitos os passos que o utilizam. Alguns são usados especialmente para emoldurar o rosto ou o corpo da bailarina, assim envolvendo-a em mistério e magia. Por ser transparente, tem o encanto de mostrar sem revelar.
Os véus foram incorporados às apresentações de dança do ventre como forma de enriquecer o espetáculo com seus movimentos suaves, mas acredita-se que seu uso é moderno e tem poucas ligações com o folclore tradicional.
As coreografias com véus em grupo são de grande efeito em um espetáculo de dança. São inúmeros os movimentos, podendo executá-los com véus duplos, onde alcançará uma belíssima performance.
Hoje em dia é cada vez mais comum o uso do véu de seda toile; este possui uma leveza e caimento sem igual, engrandecendo a beleza de sua dança.
SETE VÉUS
Existem duas versões para a famosa dança dos sete véus. Uma delas, é uma alusão ao mito de Ishtar, deusa babilônica do amor e da fertilidade. Na Bíblia esse mito foi adaptado e tornou-se a conhecida história de Salomé. Diz o mito que o amado de Ishtar morreu e foi levado ao centro da terra. Como uma alegoria do constante morrer e renascer da natureza, Ishtar desesperada foi atrás dele para traze-lo de volta à vida. Ela teria que passar sete vezes por sete portais e, em cada vez, deixar uma jóia e um véu.
Outra versão é que a dança dos sete véus era uma dança onde os véus representavam os sete chakras do corpo, desde um estágio mais primitivo até um estágio mais desenvolvido, simbolizando a evolução humana através dos tempos. A retirada e o cair de cada véu significavam o abrir dos olhos que desperta a consciência e a evolução espiritual da mulher.
Os véus amarelos representam o Sol, eliminam o orgulho e a vaidade excessiva, trazendo a alegria, esperança e confiança. O laranja representa Júpiter, que dissolve o impulso dominador e dá vazão ao sentimento de proteção e ajuda ao próximo. O vermelho representa Marte, significando a vitória do amor cósmico e da confiança sobre a agressividade e a paixão. Lilás representa Saturno, mostrando a dissolução do excesso de rigor e seriedade, a conquista da consciência plena e o desenvolvimento da percepção sutil. Azul representa Vênus, revelando que a dificuldade de expressão foi superada, em prol do bom relacionamento com os entes queridos. Verde representa Mercúrio, mostrando a divisão e a indecisão sendo vencidas pelo equilíbrio entre os opostos. E, por fim, o branco representa a Lua; a queda deste último véu mostra a imaginação transformada em pensamento criativo e pureza interior
SNUJS
Dizem que os snujs eram usados pelas sacerdotisas para energizar, trazer vibrações positivas e retirar os maus fluidos do ambiente.
Conhecer e aprender a diferenciar o ritmo árabe é essencial para conseguir tocar snujs. É preciso desenvolver um ouvido musical, as noções de ritmo e contagem de tempo. Um mesmo ritmo pode ficar mais lento ou mais rápido, conforme a música que estiver sendo executada. Se ainda não houver domínio sobre a parte musical, fatalmente a bailarina se atrapalhará quando o ritmo da música se alterar. Ela corre o risco, inclusive, de errar também na sua movimentação corporal.
BASTÃO OU BENGALA
Há uma dança masculina originária de El Saaid, região do Alto Egito, chamada Tahtib. Nela são usados longos bastões chamados Shoumas. Estes bastões eram usados pelos homens para caminhar e para se defender.Note que Saaid também é o nome do ritmo originário desta região. As mulheres costumam apresentar-se utilizando um bastão leve ou uma bengala, imitando-os, porém com movimentos mais femininos. Elas apresentam-se ao som do ritmo Saaid original, que é o mais comum e o mais usado. Porém pode ser dançado também com Maksoum, Malfouf ou até mesmo o Baladi.
Durante a dança, a mulher apresenta toda a sua habilidade, equilíbrio e charme. Costuma-se chamar esta dança feminina de Raks El Assaya (Dança da Bengala). A Raks El Assaya foi introduzida nos grandes espetáculos de dança do ventre pelo coreógrafo Mahmoud Reda. Fifi Abdo teria sido a primeira grande dançarina a apresentar performances com a bengala. Porém ela se apresentava com roupas masculinas.
A roupa típica da dança da bengala é um vestido com um lenço no quadril e um adereço qualquer na cabeça, um lencinho, etc. Não se deve, nunca, dançar somente com duas peças (sutiã e cinturão) a dança da bengala. A roupa pode até ter uma "barrigueira", vestidos com buracos, enfim, mas nunca só com a roupa de dança do ventre comum (duas peças).
KHALIGE
Também conhecida como Raks El Nach'at, é uma dança tradicional originária do Golfo Pérsico, da Arábia Saudita e dos Emirados Árabes.Em festas femininas e casamentos é comum que as mulheres coloquem o tradicional vestido khalige por cima de sua roupa de festa e dancem sempre. São festas fechadas e familiares.
Os países onde este ritmo é mais conhecido são: Kuwait, Katar, Arábia Saudita e Emirados Árabes.
No oriente, é chamada dança dos desertos, já que os nômades são os dançarinos tradicionais. As mulheres vestidas com suas longas túnicas de corte geométrico e ricamente bordadas, dançam de forma bastante sensual movendo a cabeça, mexendo os cabelos e marcando o ritmo com os pés.
Nos shows tradicionais fora de seu país de origem, às vezes a bailarina para homenagear alguém da platéia que provém de um destes países, insere uma pequena demonstração de khalige em sua apresentação, o que faz a alegria dos turistas.
JARRO
Raks Al Brik ou Dança do Jarro é realizada apenas por mulheres. A vida em regiões desérticas e a forte repressão sexual, estimularam a mente de cantadores e músicos. Alguns compunham versos e rimas de amor para cantar a beleza das moças que iam buscar água na fonte. Seus rostos ficavam quase sempre cobertos, assim como todo o corpo; porém, ao se aproximar da água era preciso arregaçar as mangas ou subir um pouco a saia para não molhar os trajes. Era o delírio dos rapazes que poderiam apreciar tudo o que ficava escondido.Essa tradição é tão antiga que se perde no próprio tempo. As mulheres, para carregarem os pesados jarros cheios de água, colocavam tecidos sobre a cabeça e andavam equilibrando os potes. Muitos desses jarros eram feitos de barro, se caíssem poderiam se quebrar; isso daria muita confusão para uma escrava. Dessa habilidade de equilibrar um jarro sobre a cabeça, nasceu um tipo de dança comum no Norte da África. Muitos senhores de escravas ofereciam para seus hóspedes, exóticas apresentações na hora de servir o vinho. As coreografias eram marcadas por giros e movimentos rápidos dos pés, sem que uma gota sequer do conteúdo dos jarros caísse no chão. Ao final da apresentação, o líquido era despejado em taças de metal para ser bebido pelos convidados.
SOLO DE DERBAKE
Derbake ou Tabla é um instrumento de percussão imprescindível, pois é ele que marca o ritmo do resto do grupo musical. Antigamente, era feito de barro e pele de cabra e os músicos sentavam em cima dele momentos antes de tocá-lo, para aquecê-lo. Atualmente, são feitos de fibra e plástico.
Dança com solo de derbake simboliza a técnica mais antiga e enraizada da bailarina, um momento de êxtase, com fortes batidas do coração e o sangue circulando nas veias.Derbake ou Tabla é um instrumento de percussão imprescindível, pois é ele que marca o ritmo do resto do grupo musical. Antigamente, era feito de barro e pele de cabra e os músicos sentavam em cima dele momentos antes de tocá-lo, para aquecê-lo. Atualmente, são feitos de fibra e plástico.
Nos solos de percussão, a bailarina expressa através do quadril, o que é mais belo e tecnicamente oriental e primitivo. Os movimentos de cabeça, mãos, peito, troncos e cambrets interpretam a emoção, já os quadris e os ombros desenvolvem a técnica.
Entre o derbakista e a bailarina precisa existir um entendimento mútuo e é necessário que ele conheça o estilo de dança dela e ela o estilo de toque dele. É fundamental que a bailarina aprenda pelo menos alguns dos ritmos árabes, que são complexos; alguns vêm de países distintos.
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